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Por Karen Ferreira

Carlos Farias, mais conhecido como Cadu, tem 19 anos, mas muita experiência. Hackaton é quase sua especialidade.

Hackaton é um evento que procura juntar grupos de pessoas a fim de desenvolverem um software inovador e utilizável a partir de um tema dado pelo produtor do evento, também é dado um tempo limite para toda a criação do software, 24 ou 48 horas. Um grupo se inscreve e cada integrante tem uma função, sempre com programadores e profissionais ligados ao desenvolvimento.

Cadu aplica seu conhecimento e aprendizado nos projetos que desenvolve. Cursando Design Gráfico e no primeiro período, ele procura sempre inovar e diz que quem não entende da parte técnica de um software julga pela aparência.

É comum que os participantes desse evento já tenham um grupo fixo, porém, no Hack@UNIRIO, realizado no dia 6 de maio, o regulamento não permitia menores de idade, o que reduziu o grupo de Cadu a apenas dois integrantes. No dia do evento, ele foi acolhido por outro grupo, o “No Fun Allowed”, que ganhou o primeiro lugar ao desenvolverem um chatbot chamado “Uninho”. Seu grupo ganhou prêmios como um troféu, uma medalha, o livro “Espírito de Startup – Tudo ao Mesmo Tempo Agora”, da editora Reflexão Editora, do autor Glauter Jannuzzi, e também um voucher de um ano para estudar ciência da computação na Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

O estudante tem apenas oito meses de experiências em Hackaton e já soma seis participações em diversos eventos, como na Fiocruz, e já chegou a viajar para São Paulo. Com três vitórias, Cadu foi incentivado por amigos a participar e continua até hoje.