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Colocar a mão na massa e aprender na prática tudo que o professor ensina em sala de aula e que se vê nos livros é o desejo da maioria dos alunos. E um dos grandes receios desses mesmos alunos é chegar no mercado de trabalho sem estar apto para aplicar no dia a dia o aprendizado.

Para auxiliar os alunos nessa caminhada, a Universidade Castelo Branco vai inaugurar o Centro de Simulação Realística, no campus Realengo. Voltado para a Escola da Saúde, o Centro possui uma metodologia ativa de ensino que faz com que os alunos simulem a realidade de sua profissão e possam aprender técnicas e procedimentos comuns em sua área. A inauguração acontece no dia 18 de setembro, às 10h.

O Centro de Simulação Realística possui quatro ambientes de simulação, entre pediátricos e adultos, que podem reproduzir situações que vão desde a lavagem correta das mãos e punhos até punção e manobras em pacientes com parada cardíaca. Assim, o Centro atende dos primeiros aos últimos períodos. No espaço, há um centro de radiologia com câmara clara e câmara escura, além de aparelhos para a reprodução de exames. Sala de recepção e de atendimento da rede básica também fazem parte da estrutura.

Salas de técnicas, habilidades e de debreafing foram montadas para que professores e alunos possam discutir os procedimentos realizados durante as aulas.

Durante a simulação de atendimentos com simuladores, o professor fica em uma sala de controle onde pode apontar parâmetros, como parada cardíaca, gemidos, ânsia de vômito etc., para que o aluno faça as manobras necessárias.

A coordenadora adjunta do curso de Enfermagem, professora Ana Claudia Lopes, afirma que “a área possui uma certa rotatividade porque o profissional nem sempre se sente preparado para a realidade quando sai da graduação. E o aluno que tem o Centro de Simulação Realística desde o início do curso já tem 50% da realidade”. A professora ainda completa dizendo que o espaço não é só para os alunos, mas para as instituições do entorno, que poderão usufruir do Centro com uma área de treinamento e aprimoramento profissional.

Já o professor André Rebello, que participou de uma simulação no controle do aparelho que oferece os parâmetros para os alunos, explica que “a simulação começa e, dependendo do sucesso das técnicas utilizadas pelos alunos, são criados outros parâmetros para os alunos aplicando outras manobras. Ou a cena se encerra e se discute o que passou na sala de debreafing”.

Alguns alunos começaram a ser treinados para serem monitores do Centro, como Bruno Victor de Oliveira, do 10º período, Kamille Lopes Formoso Machado, do 6º período, Kessya Cristina Valentim Barbosa, do 6º período, e Wallace Henrique Pinho da Paixão, do 6º período, todos do curso de Enfermagem, que já podem conhecer o dia a dia da profissão em um ambiente de aprendizado.