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Por Rafaela Barbosa

Alunos do curso de Educação Física da Universidade Castelo Branco lotaram o Teatro Carlos Wenceslau na manhã do dia primeiro de setembro para prestigiar o lançamento do documentário realizado no Haiti pelo Grupo de Pesquisa de Cultura Corporal. A data foi escolhida por ser o dia do profissional de educação física e possibilitou a reflexão dos estudantes nos (muitos) caminhos que podem seguir.

Depois de aplausos para o corpo docente e a coordenação, foi dada a palavra a Grace Barros, coordenadora do curso na modalidade Bacharelado, que falou sobre a singularidade da educação física em unir saúde e educação numa só área.

O livro “O carioca e a literatura de cordel”, que foi apresentado pelo coordenador Sérgio Tavares durante o evento, conta com pesquisas desenvolvidas dentro da universidade. Em seu texto, ele se compromete com o leitor em levá-lo a uma experiência próxima do cordel, ainda que distante geograficamente.

A apresentação conta através de rimas a chegada de Ariano Suassuna ao céu e sua reação ao ser recebido por Lampião, um cangaceiro nada angelical. A história é inspirada em um cordel famoso que narra a chegada de Lampião ao inferno. A dualidade e a ironia promoveram a reflexão do público que teve o prazer de ver essa história ser encenada ao vivo.

O documentário foi apresentado já no final do evento. As transformações que a educação física pode proporcionar ganharam proporções maiores durante a passagem do grupo de pesquisa no Haiti. “Ali, naquela escuridão, a gente via a felicidade daquelas crianças de querer aprender”, contou uma das pesquisadoras envolvidas com a voz embargada.

Em meio às reflexões e à emoção provocada pela aula-espetáculo promovida pelo curso, a mensagem principal foi sem dúvida o amor. Amor pelo esporte, pela licenciatura, pela possibilidade de transformar vidas e, sem dúvidas, amor pela educação física.