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Por Karen Ferreira

O projeto Direito dos Idosos: Conhecer para Respeitar, realizado pelo curso de graduação de Direito, com as professoras orientadoras Isabel Cristina Ribeiro e Manuela Martins, festejou o dia de São Pedro e os aniversariantes do semestre com um arraial, no campus Realengo, no dia 29 de junho.

O último encontro dos membros do grupo antes das férias foi comemorado com comidas típicas juninas, músicas e informações sobre os direitos previdenciários dos aposentados e/ou pensionistas e a situação de recebimento enquanto o Estado passa por uma crise econômica, com a especialista em Previdência Manuela Martins.

O projeto pertence ao programa Lext-Oesste, aplicado pelo Serviço Social. A escola de Ciências Sociais Aplicadas convidou cada curso para apresentar um projeto e trabalhar com os idosos. O projeto Direito dos Idosos: Conhecer para Respeitar é um trabalho interdisciplinar entre os alunos da graduação de Direito e os alunos do Colégio Paulo Gissoni, CAP, do técnico de Administração. Os alunos de Direito explicam aos alunos do CAP o que é o estatuto do idoso e a legislação que interessa a esse público para que os alunos do CAP repassem aos idosos.

“Fazer o adolescente cuidar do idoso, essa vivência para os alunos, é como o ciclo da vida. O enriquecedor para eles é poder se ver, se projetar e sair da caixa. É se imaginar sendo o que quer daqui a pouco”. Márcia Cabral, coordenadora pedagógica do Colégio, é responsável pela captação e seleção dos alunos.

 

Alunas do segundo ano do CAP, Enoan Pereira e Juliana Florêncio disseram estar aprendendo e passando ao próximo, elas se identificaram com o cuidado do idoso. Pedro Côrrea, um dos 35 idosos atendidos, diz ser um “excelente projeto, realizado com excelência”.

David Nascimento, aluno da graduação, acha essencial a interação entre as idades. Em sua primeira ação, ele percebeu nervosismo das alunas pois elas veem o projeto como um trabalho escolar e não percebem a importância do que estão fazendo. “O projeto começou com muitos alunos e terminou com poucos, os que ficaram foram os que conseguiram entender importância do trabalho deles”, disse o estudante.